ANO I | Domingo, 01 a 14 de dezembro de 2002 | No 02 |
Que a sociedade moderna está doente, todos já sabem, e infelizmente já nos acostumamos ao fato, como no caso de um membro da família que há anos está enfermo: passadas as primeiras inquietações, todos se acomodam e a vida segue seu curso. Mas ultimamente esta enferma (a sociedade), vem tendo convulsões assustadoras! O "Caso Richthofen" (a filha que planejou o assassinato dos pais); o rapaz universitário que matou a avó e a empregada, alegando estar sob o efeito de drogas; a vinda a lume do "Caso Pedrinho" e talvez de "Maria Aparecida", seqüestrada na infância, ou a professora aposentada Luciana (92 anos), na cadeira de rodas, espancada violentamente até à morte pela empregada que foi flagrada por uma câmera oculta; o acirramento dos ânimos entre israelenses e palestinos e fragilidade das relações EUA x IRAQUE.
O falecido psiquiatra suíço Paul Tournier, dizia que assim como uma pessoa que reprimiu seus mais íntimos desejos e necessidades, torna-se neurótica; o mundo moderno, racionalista e tecnológico, reprimiu a fé, a religião, a ética, enfim a espiritualidade, e agora sua neurose está cada vez mais evidente, e o paciente enfrenta um quadro compulsivo, incontrolável, pelos remédios prescritos por esta mesma "cultura moderna", tais como: informação, educação, saúde, democracia, etc...
Segundo outro psicanalista, Erik Fromm: "...não seria uma demonstração eloqüente de que: "Nem só de pão vive o homem ?"
Diante disso, queridos irmãos, nenhum cristão tem o direito de sonegar aos amigos, colegas, familiares a simples mensagem do evangelho: "em nenhum outro há salvação..." SÓ JESUS CRISTO SALVA.
Pr Afro